
IRMÃOS, estamos nos finais dos tempos, na beira do abismo... Tudo finda:
finda-a moralidade e finda-a ética;
finda-o recato e finda-o cinto-de-castidade;
finda-o saião, Pindamonhangaba (opssss)
finda-o-pó-de-café, finda a água-benta
finda-a polenta e finda-a calça de tergal do secretário;
findam-o fio-dental e o papel higiênico.
Já-que está tudo uma M_E_R_D_A (No blog não se pode dizer certas palavras, irmãos, então soletremos pausadamente), oremos:
- pela cesta-básica, que o amásio da cunhada do compadre do seu vizinho recebeu (um pacote de bolacha Marta; um suco Morto, mas não te Mato; um pirulito de Zoião e uma lata de Corumbá em conserva, com picles de salsichas emboioladas, quer dizer, embaladas a vá-cú-ooo)
JACA-GUEI
- pela visão político-ecológica, que fez brotar bolor verdinho e ácaros bem nutridinhos numa vasta coleção de livros públicos. A essa sumidade, responsável por feitos de tal magnitude, de causar inveja a qualquer tsunami:
JACA-GUEI
-por todos (-as) os que se submetem ao estrelismo, jaquismo, bichismo, burrismo, machismo, cultismo, exibicionismo, achismo e pseudo-perfeccionismo, irmãos...:
JACA-GUEI
Cantemos:
Louva e ajoelha-te
Põe-te a carregar
Os Fardus du senhor
SALVE
Como pesa a Jaca "Santa",
Que assenta-se pesada-mente,
No trono eterno da ociosidade,
Da ogrosidade,
OH!
AVE, AVE, AVE, chester
Peru, glu, glu, glu, glu
SALVE OGUM!
(Autoras: Fernanda Laurito e Lara Jatkoske Lazo)
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