
Quando caminhamos estrada sem rumo, malgrado os pedregulhos nos digam SUMAM, mas permanecemos no caminho, sem destino certo e sem desvio previsto, o sol espreitando à beira mato, num sopro contínuo de um vento perdido, sentimos que o destino é o ato contínuo de seguir, seja por que caminho ir, apenas seguir..., vislumbrar uma distância que há de vir, sabe-se lá até quando, porém persistir... Eis o Verbo, nome do Destino!
Texto: Lara J. LAzo
Foto: Jatkoske